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Guarda Nacional comemora 9º aniversário da sua criação

O acto central que decorreu nas suas instalações em Bissau e no qual estiveram presentes varias entidades nacionais inclusive chefias militares constituiu uma ocasião para o Comandante daquela unidade formada pelas forças da Guarda-Fronteira, Guarda-Fiscal, Floresta e Fauna, Imigração e Fronteiras, Guarda costeira e brigada de transito nacional., endereçar uma mensagem de reconhecimento das grandes missões cumpridas com honra pelos seus homens.

“Ao longo de nove anos de seu funcionamento as missões que foram levadas acabo revestem de primordial importância para a economia do país e pelo combate árduo aos diversos aspectos de crimes, nomeadamente as fraudes fiscais, tributárias e aduaneiras, a fuga de fisco, imigração e emigração ilegal, tráfico de menores, estupefacientes e droga, delinquência juvenil entre outros”.

No mesmo âmbito, a unidade desempenhou um papel incontestável no combate contra a pesca ilegal, o contrabando de combustível no alto mar que resultou a apreensão de vários navios de pesca industrial e de pirogas de pesca artesanal. A nível continental, a Guarda Nacional não baixou braços, combateu com todo rigor entre outras práticas negativa, a caça clandestina, a exploração ilegal de madeira que entre 2012 e 2013 resultou a apreensão e confiscação de mais de cem contentores de madeira a favor do Estado guineense.

Mas a ação da Guarda Nacional não conseguiu neutralizar nem desencorajar os exploradores ilegais de madeira que, em 2013 e 2014 invadiram outra vez as florestas nacionais efectuando cortes abusivas de madeira, referiu o Comandante Fernando Marna, no seu discurso. A mudança de táctica permitiu os homens da Guarda Nacional prender e confiscar a favor de Estado mais de dois contentores de madeira.

O Comandante afirmou que os seus homens continuarão sempre firmes no cumprimento da sua nobre missão de proteger as florestas, a biodiversidade afim que mantenham intactas suas capacidades renovadoras de fornecer recursos que serão usufruídos em quantidade e perpetuidade como património nacional da geração presente e vindoura.

Sublinhou a necessidade de construir sede representativa do Comando Geral capaz de albergar todas as valências, sede dos comandos territoriais e postos de serviço, assim como a aquisição de equipamentos e materiais, fardamento, meios de transportes terrestres e marítimos indispensáveis para o normal funcionamento da instituição. Evocou igualmente da formação e de capacitação interna e externa do pessoal como também da aprovação de todos os instrumentos legais pendentes e da elevação da Guarda Nacional ao nível do grau das unidades militares dos ramos das forças armadas, isso tendo em conta a dimensão nacional de responsabilidade entre outros motivos.

O Comandante Marna, não esquecer de mencionar os apoios concedidos a sua instituição no quadro da cooperação com Portugal, Espanha, Brasil entre outros.

Tenente-coronel Ussumane Conaté

Farp, 15 de Maio de 2019

 

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