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Chefias militares e paramilitares analisam situação de segurança atual no país

Após a reunião, General Biaguê Na N´tan, concedeu uma entrevista aos órgãos de comunicação social do país na qual, General Biaguê Na N´Tan, disse ter convocou essa reunião das Forcas militares e paramilitares, chamadas (Forcas Unidas) de carácter de urgência e para mostrar que essas forças tem a mesma ideia que é, fazer prevalecer a paz na Guiné-Bissau.

Em 2014, as Forças Armadas plantaram uma árvore que regaram e cresceu tendo hoje folhas verdes e bonitas, isso, é uma boa obra que não devemos destruir. Na base deste fundamento o General disse que é importante mantermos firme na nossa posição, sem perturbar ninguém e deixar o povo da Guiné-Bissau dormir tranquilamente nas suas casas, sem ameaça.

O Chefe do Estado Maior General afirmou que as Forcas Armadas não estão interessadas nos convites de golpe de Estado que lhes são endereçados. Queremos apenas a paz na Guiné-Bissau e essa paz vai prevalecer e ainda disse que vão manter a paz e garantir a segurança a esse povo, vamos sempre continuar a dar a nossa contribuição para que jovens, velhos e crianças possam dormir tranquilamente nas suas casas.

Ressaltou que esta reunião prova que as forcas armadas estão unânimes para não entrar em nenhum jogo político, nem aproximar-se dos políticos e que vão ficar sempre afastados da política para poder assim criar condições para sua formação e capacitação com vista sua melhor participação no desenvolvimento do país.

O General afirmou que os militares respeitam e obedecem a cadeia do comando e não podem ter outras coisas se não manter a segurança nos seus quartéis. Os Militares não têm nada a alarmar mas sim, estão a esperar do que vão aos seus encontros nos seus quartéis para poder tomar as decisões.

“A ordem que dei aos militares hoje são para cumprir, tolerância zero para qualquer indivíduo que for encontrado na rua em horas tardias com armas na mão, ele terá como destino Antula”. Forcas Armadas existem para garantir a segurança e a paz. Não existe perigo eminente, apenas vamos aumentar patrulhamentos nas ruas sem desconfiar ninguém. A minha preocupação é organizar as forcas de defesa.

Soldado, jornalista Irina Adão Pereira

Farp, 6 de Junho de 2019

 

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