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Enceramento do Curso destinado aos Oficiais da Marinha e da Guarda Nacional

Frisa-se que o curso com o objectivo de facultar estes oficiais, as ferramentas jurídicas para o combate das práticas acima referidas, teve a duração de cerca de dois meses e foi conduzido pelo Coronel José Maria da Silva de nacionalidade Portuguesa, consultor internacional das Nações Unidas (NU). br>br> A ocasião serviu para o Brigadeiro General, Júlio Nhaté Sulté em nome do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), destacar que as últimas actividades das FA demostram o gelo no cumprimento dos propósitos do General do Exercito Biaguê Na N´tan referente a capacitação do oficiais e soldados militares e que se insira nos três pilares das prioridades do General Biaguê. br>br> Neste âmbito, o Brigadeiro General disse que, uma das grandes obrigações da Divisão dos Recursos Humanos do EMGFA, é encarar a formação e a capacitação dos militares como factor fundamental para os tornarem homens capazes de responder as exigências do povo guineense e da globalização. Ainda, o responsável máximo dos Recursos Humanos, Pessoal e Quadros aproveitou o momento para lamentar a falta de meios disponíveis pelo Governo para fazer face a defesa territorial da Guiné-Bissau incluindo área marítima, o que procria as violações do mesmo e a difamação do país ao nível internacional, isso não obstante a vontade demonstrada e os homens disponíveis para tal. br>br> O Contra Almirante Carlos Alfredo Mandungal, Chefe do Estado-maior d´Armada, destacou que este curso é o primeiro do género a nível interno destinado aos oficiais da Marinha o que representa um acto simbólico e uma porta da entrada numa faculdade jurídica-naval e serviu para adoptar os mesmos com ferramentas jurídicas do direito do mar. Segundo a sua declaração, este curso obviamente irá facilitar as unidades concernentes no desempenho das suas obrigações e missões no apoio ao Governo na defesa do espaço marítima nacional. br>br> Ainda o instante serviu para o contra Almirante chamar atenção aos formandos, na implementação dos conhecimentos adquiridos na defesa do mar e no combate as práticas ilícitas, como sendo uma das maiores exigências da política externa do país no combate a pesca ilícita, ao tráfico de drogas, de pessoas e armas, o abalroamento marítimo entre outras acções que atribuem uma má imagem ao país no exterior. br>br> Em nome do colectivo dos formandos, Capitão Tenente, Boaventura disse que este curso se reveste de capital importância na vida das forças d´Armada e da Guarda Nacional, pois serviu para lhes facultar ferramentas jurídicas de relevante importância em direito marítimo internacional. Segundo o Capitão Tenente, este curso é um curso inédito e há muito sonhos por todos seus beneficiários. br>br> Semelhantemente, o representante do colectivo dos formandos, destacou que é fundamental dotar os quadros da defesa e da segurança do país com ferramentas que lhes permitam cumprir efectivamente as suas missões no quadro da política nacional e internacional do controlo e fiscalização territorial e garantiu que serão postas em prática os conhecimentos adquiridos sob a disponibilização dos meios indispensáveis para tal. br>br> Jornalista Admir Lopes Correia br>br> Farp,13 de Fevereiro de 2019

 

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