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INSPECTOR-GERAL DAS FORÇAS ARMADAS SENEGALESAS NA GUINE-BISSAU

Trata-se neste caso, de uma visita de rotina e de contactos que as autoridades militares daquele país irmão costumam, realizar anualmente às suas tropas estacionadas na Guiné-Bissau no quadro do cumprimento da missão de estabilização e de segurança da CEDEAO cujos primeiros contingentes chegaram em Bissau em Maio de 2012.

Na ocasião, a delegação militar efectuou hoje 11 de Dezembro, visitas de cortesia ao Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Revolucionarias do Povo (FARP) e depois ao Ministro da Defesa Nacional, Major General Eduardo Costa Sanhá.

Na Fortaleza d´Amura, por motivo de indisponibilidade do General do Exército, Biaguê Na N´Tan, o Inspector-geral François N´Diaye foi recebido pelo Vice-Chefe de Estado-Maior General, Tenente General, Mamadú Turé (N´Krumah).

Incitado a pronunciar-se sobre a presença de ECOMIB no solo pátrio, o Ministro respondeu, “nós vimos com bons olhos a presença desta força da CEDEAO. Portanto a apreciação que eu faço, é uma apreciação positiva. Em curtas palavras digo que apreciamos positivamente o empenho do contingente militar senegalês no nosso território, a trabalhar em colaboração com as outras forças da CEDEAO e com as forças da Guiné-Bissau para ajudar a pacificar essa sociedade.

No fim da visita de cortesia ao Ministro da Defesa Nacional, o chefe da delegação que foi abordado pela nossa imprensa militar, disse que “o objectivo da nossa visita a Guiné-Bissau visa encontrar as tropas senegaleses que estão aqui no quadro de ECOMIB, vir avaliar os trabalhos no terreno e também se inteirar junto do Adido de Defesa, o estado da cooperação existente entre as nossas duas forças de defesa e de segurança”.

Adiantou que as visitas de cortesia ocorreram da bem. “Vocês sabem existente, boas relações entre os dois países e que de facto foram mais uma vez, testemunhadas e garantidas pelo Ministro da Defesa Nacional e pelo Vice-Chefe de Estado-Maior General da Guiné-Bissau. As suas conversas assim como o espírito de abertura demonstrado, nos tornaram mais a vontade e sentirmos-nos estar em casa. Portanto estamos muitos satisfeitos com o calor de hospitalidade reservada”, conclui o Inspector-geral.

No entanto é importante sublinhar que as equipas sanitárias do hospital militar nível 2 do contingente senegalês, que se sucederam ao longo da missão prestaram e continuam a prestar serviços humanitárias extraordinários as populações civis e também militares e paramilitares guineenses. Realizaram várias intervenções cirúrgicas, atendimentos e tratamentos de inúmeros casos de doenças.

Tenente-coronel Ussumane Conaté

Farp, 12 de Dezembro de 2018

 

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