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Formação Inspectores das Forças Armadas capacitados em matéria de controle dos recursos

A referida cerimónia contou com a presença do Inspector-geral das Forças Armadas, Contra Almirante Estêvão Nanema e do seu Vice Fernando Gomes da Silva, do Vice/chefe do Estado Maior do Exercito, Brigadeiro General Sumbonhe Nantchongo.

De salientar que o referido seminario teve o seu início no dia 28 do mês findo.

Na ocasião o Vice-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, Mamadu Turé disse não ter duvida que os inspectores são capazes porque são pessoas idóneas e que já estão munidos de outras formações.

Alertou os inspectores que hoje nas unidades são considerados como inimigos, pelos trabalhos que estão a fazer, mas quis que isso não lhes desencoraje a fazer os seus trabalhos e que os efectivos não lhes consideram de espiões. Tendo manifestado a sua satisfação pela vontade demonstrado durante estes dias do seminário, e disse que o inspector que não informa nada é porque não trabalhou.

Recordou ainda das verbas que o Governo disponibiliza para alimentação das Forças Armadas e outras despesas dos militares, que ao longo dos anos anteriores não chegavam ao destino mas que só a partir da tomada de posse do actual CEMGFA que conseguiram saber os montantes, o que lhe custou acreditar. Por isso, disse que este seminário tem uma grande importância.

O Inspector-geral das Forças Armadas Contra Almirante Estêvão Nanema este seminário é um caminho que poderá ajudar no melhoramento dos trabalhos, entretanto recomendou aos formandos para que ponham na prática os ensinamentos adquiridos neste seminário nas suas respectivas unidades, neste sentido não devem ouvir nem olhar para ninguém desde momento que estão a cumprir com o Regulamento da Disciplina Militar.

Instou a todos no sentido de mudarem de páginas, trabalhando para que este ano seja melhor e diferentes dos anos anteriores. Contudo reconheceu as dificuldades, pois segundo ele as Forças Armadas não têm fundos que foram doados pelo Governo para execução desta formação. Mas no entanto isso, não pode ser um motivo para não trabalhar e pôr na prática as actividades planeadas para o bom funcionamento do exército guineense (“si ninguim ka odjau, odja bu cabeça”).

Por isso, recomendou os inspectores para não se deixaram ser enganados com os documentos falsos, pois devem ir no treino e constatar in loco factos e controlando tudo.

Vice-chefe do Estado Maior do Exército, Brigadeiro General Sumbonhe Nantchongo disse estar satisfeito com o seminário hora encerrado esperando que os inspectores perceberam muito bem as matérias ensinadas e que irão lhes ajudar no exercício das suas actividades. Com este seminário eles vão integrar melhor nas suas funções de inspectores facto que vai ajudar muito os comandantes das unidades.

Em nome dos formandos falou o Vice-inspector geral e os inspectores chefes dos três ramos das Forças Armadas. Segundo o Coronel Fernando Gomes da Silva vice-Inspector-geral das Forças Armadas este seminário representa um acto especial para a sua instituição, na medida em que conseguiram fazer troca de experiência entre os inspectores dos ramos e de zonas. Pois, afirmou que com isso entenderam que cumpriram com um dos pilares dos seus programas anuais.

O Inspector da Marinha, José Pogna, Capitão-de-Fragata, o seminário representa muita coisa para eles tendo em conta o carácter do seminário que não só é de capacitação mas também de troca de experiencia. Agradeceu deste modo o esforço da inspecção Geral do EMGFA, pela oportunidade em formar os jovens e pediu para que este não seja o último que se realiza mais formações do género.

O Inspector da Força Aérea, Tenente-coronel Pedro Ntunguê louvou a iniciativa e pediu para que isso continue pois, aquilo lhes vai ajudar muito na implementação das suas actividades. Para o Coronel Nunes Cá, inspector chefe do exército este seminário representa um meio de trabalho para os inspectores militares, porque conseguiram elaborar uma guia de orientação que lhes vão ajudar no exercício das suas função, pois, foram postos meios a disposição das unidades, desde materiais assim como produtos alimentares que precisam ser controlados para que todos possam beneficiar e sentirem-se confortáveis nas suas respectivas unidades.

Capitão/Jornalista Felismina Gomes da Silva

Farp, 07 de Fevereiro de 2019

 

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